quinta-feira, 25 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Dicas de Português
Paralisação ou paralização
A forma correta de escrita da palavra é paralisação.
A palavra paralização está errada. Sempre que quisermos referir o ato
de paralisar ou seja, imobilizar, parar, interromper, devemos utilizar o
substantivo comum feminino paralisação.
O substantivo paralisação é uma palavra formada a partir de derivação sufixal, ou seja, é acrescentado um sufixo a uma palavra já existente, alterando o sentido da mesma. Neste caso, o sufixo nominal –ção é acrescentado ao verbo paralisar. O sufixo nominal –ção forma um substantivo a partir de um verbo e transmite a própria ação ou o efeito dela.
O verbo paralisar poderá ter sua origem na palavra grega parálysis ou na palavra francesa paralyser, devendo assim ser escrito com s e não com z.
Exemplos:
Começará amanhã a paralisação dos transportes públicos.
Haverá uma paralisação no fornecimento de alimentos pouco saudáveis nas escolas.
Paralisação nacional de professores tem como objetivo a melhoria das condições de trabalho
O substantivo paralisação é uma palavra formada a partir de derivação sufixal, ou seja, é acrescentado um sufixo a uma palavra já existente, alterando o sentido da mesma. Neste caso, o sufixo nominal –ção é acrescentado ao verbo paralisar. O sufixo nominal –ção forma um substantivo a partir de um verbo e transmite a própria ação ou o efeito dela.
O verbo paralisar poderá ter sua origem na palavra grega parálysis ou na palavra francesa paralyser, devendo assim ser escrito com s e não com z.
Exemplos:
Começará amanhã a paralisação dos transportes públicos.
Haverá uma paralisação no fornecimento de alimentos pouco saudáveis nas escolas.
Paralisação nacional de professores tem como objetivo a melhoria das condições de trabalho
terça-feira, 26 de maio de 2015
sábado, 23 de maio de 2015
Religião
Diocese de Mossoró ordena diáconos transitórios e permanentes
Desde
que dom Mariano Manzana assumiu a diocese de Mossoró (RN), em 2004,
manifestou o desejo de estudar a implantação do Diaconato Permanente.
No próximo domingo, dia 24, quatro seminaristas serão ordenados diáconos
transitórios e outros três diáconos permanentes.
Serão
diáconos transitórios os seminaristas Deivid Franklin, Demétrio Júnior
Freitas, Davi de França e Gláudio Fernandes Costa; e os permanentes
serão George Carlos da Silva, da paróquia São João Batista, e Jorge Luiz
Torres e Luiz Alberto Paiva, da paróquia de Apodi.
Segundo o diácono permanente Luís
Alberto de Paiva, a iniciativa irá fortalecer “Igreja particular com o
serviço fundamentado na caridade, na Palavra e na Liturgia”. Para o
futuro diácono da diocese de Santa Luzia (RN), Jorge Luís Torres, esta é
uma nova etapa na qual é convidado a cumprir o desejo de Deus. “Vocação
é um dom de Deus, não se trata de um direito, mas da gratuidade de
Deus, onde servirei à Igreja na Diaconia da Liturgia, da Palavra, da
caridade em comunhão com a Igreja”, reforça.
Diaconato
Durante a 53ª Assembleia Geral da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em Aparecida
(SP) de 15 a 24 de abril, o episcopado divulgou uma mensagem aos mais
de 3,4 mil diáconos permanentes do Brasil que atuam em 160 dioceses. O
texto recorda os 50 anos da restauração do Diaconato Permanente,
ocorrida durante o Concílio Ecumênico Vaticano II.
Escola Diaconal
A Escola Diaconal vai chegar no
município Pau dos Ferros (RN) para atender toda a região com aulas
gratuitas aos sábados. O curso terá duração de quatro anos, com os
seguintes requisitos: idade mínima de 35 anos para casados (na data de
ordenação) e consentimento da esposa; 25 anos para solteiros (na data de
ordenação). Lembrando que o candidato a diácono permanente solteiro não
pode casar e nem ser padre.
Tanto solteiros como casados devem ser
indicados pelo padre e aceitos pelo bispo, além de fazer parte de alguma
pastoral. No momento oportuno as fichas de inscrição serão enviadas às
paróquias. A diocese solicita aos padres que incentivem as vocações
diaconais e divulguem a Escola Diaconal.
Com informações da diocese de Mossoró
Fonte: http://www.cnbb.org.br/regionais/nordeste-
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