quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Superação
Americano escolhe a Paraíba para superar trauma do 11 de Setembro
Nesta
quarta-feira, 11, é lembrado os 12 anos do ataque terrorista aos
Estados Unidos, que resultou na queda das duas torres do World Trade
Center. O americano Edward Delfino, 48 anos, estava na torre sul, e para
superar os traumas da tragédia mora atualmente no litoral norte da
Paraíba.
O advogado Edward Delfino estava dentro de uma das torres quando o
primeiro avião atingiu a torre norte. Com o impacto, ele desceu os 73
andares do edifício, e na rua viu muita fumaça saindo do prédio, mas não
imaginava o que tinha ocorrido. Após alguns minutos ele pode ver o
impacto do segundo avião na torre sul: “Ouvi o barulho de um avião se
aproximando, e ele entrou no prédio que eu tinha acabado de sair. O
barulho foi tão alto que ainda sofro com zumbidos no meu ouvido”.
Edward relata que muitos papeis caíram do céu, e ele viu uma pessoa
caindo do edifício. “Eu vi uma pessoa caindo, e ela explodiu no chão
como um saco de sangue”.
Testemunhar uma tragédia que matou cerca de 3 mil pessoas deixou
traumas no advogado: “É uma memória que não sai da minha cabeça. Em
sonhos via minha mãe e meu pai em chamas, e me via caindo do prédio. Foi
então que decidi que era melhor sair dos Estados Unidos”.
Uma das imagens que eu já vi mais cruel...
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Política.
Presidenta Dilma sanciona lei que destina recursos do petróleo para educação e saúde

A
presidenta Dilma Rousseff sanciona, nesta segunda-feira (9), às 15h, no
Palácio do Planalto, a lei que destina os royalties do petróleo para
investimentos nas áreas da educação e saúde. O texto que será assinado
pela presidenta é o mesmo aprovado no dia 14 de agosto pelo Congresso
Nacional, sem vetos, com destinação de 75% dos valores para a educação e
25% para a saúde. O primeiro repasse, de R$ 770 milhões, deverá ser
feito ainda em 2013; chegando a R$ 19,96 bilhões, em 2022, e a um total
de R$ 112,25 bilhões em dez anos.
“Nossos senadores e deputados aperfeiçoaram e votaram a proposta que sempre defendi e que meu governo enviou ao Congresso, para que as riquezas do petróleo, que são finitas e um dia acabam, sejam investidas em educação. Para nós, para mim e meu governo, a educação é o principal pilar para transformar o Brasil em uma grande nação, para assegurar a emancipação do nosso povo da pobreza, para elevar o nosso país à condição de uma nação de homens e mulheres que crescem pelo conhecimento que produzem”, afirmou Dilma, no último dia 19, no programa Café com a Presidenta.
Com
relação ao Fundo Social do pré-sal, o texto prevê que 50% dos recursos
sejam destinados para a educação, até que sejam atingidas as metas do
Plano Nacional de Educação (PNE), e para a saúde. Conforme
regulamentação posterior, o fluxo de dinheiro do Fundo para as duas
áreas será diminuído.
PNE
Atualmente,
o investimento total do Brasil na educação pública corresponde a 6,1%
do Produto Interno Bruto (PIB). O projeto de lei que cria o novo PNE, já
aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal,
inclui uma meta para que o percentual de investimento na área seja
ampliado para 10% do PIB.
Fonte: Blog do Jair Gomes
domingo, 8 de setembro de 2013
Saúde.
Cigarro eletrônico teria eficácia de adesivo de nicotina

O cigarro eletrônico é ao menos tão eficaz quanto o adesivo de
nicotina para ajudar a pessoa a parar de fumar, segundo um estudo
neozelandês sobre este controvertido paliativo.
Publicado neste domingo pelo jornal médico The Lancet, o estudo
dirigido por Chris Bullen, da Universidade de Auckland, sugere que o
cigarro eletrônico é comparável ao adesivo de nicotina para ajudar os
fumantes a largar o vício por ao menos seis meses.
Na realidade, este estudo realizado com 657 fumantes que queriam
deixar de fumar mostra a eficácia um pouco maior do cigarro eletrônico,
apesar da diferença ser considerado “estatisticamente não
significativa”.
O cigarro eletrônico resultou mais eficaz que os adesivos para
reduzir o consumo de tabaco em quem não conseguiu deixar de todo o
cigarro clássico.
Dos participantes no estudo, 57% que usaram o e-cigarro conseguiram
reduzir pela metade ou menos seu consumo de tabaco, contra 41% dos que
recorreram ao adesivo.
Por outra parte, o e-cigarro consegue fidelizar muito mais que os
adesivos: um terço de quem testou o cigarro eletrônico continuaram
utilizando-o depois disso, contra apenas 8% dos que usaram adesivo.
Fonte: Robson Pires
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